O cálculo da participação futura do investidor na empresa pode ser bastante complexo, pois depende de métodos de conversão e precificação de todos os instrumentos conversíveis ou executáveis em ações emitidos pela empresa (como dívidas conversíveis, contratos de investimento anjo e opções). Uma vez realizada a conversão “virtual” em ações e verificar quantas ações “virtuais” cada investidor possui, calcula-se as participações futuras de cada investidor por meio da divisão da quantidade de ações” virtuais” do investidor com a quantidade total.